terça-feira, 15 de março de 2016

Curso de Autoestima - 003_A Arte das Relações Humanas



Curso Autoestima


003_A Arte das Relações Humanas


“Sem um relacionamento, não há forma alguma de ser, 
ou de chegar a ser.”
Leo Buscaglia



Conviver é uma das mais desafiantes experiências que pode experimentar o mais comum dos mortais. E com base nisso é que me permito dividir com vocês uns minutos de enriquecedora reflexão acerca do tema. Muitos de nós temos experimentado o custo da ignorância sobre esse tema, terminando em lágrimas, confusão e culpa. Mesmo assim, também temos experimentado momentos de euforia, alegria compartilhada e emoção por dialogar, porém esses momentos também acontecem a um sem número de pessoas, que ignoram sua causa fundamental. Agora veio à minha mente o que Carl Rogers declarou em uma ocasião, ao referir-se especificamente ao relacionamento entre os casados: “...apesar de o matrimônio moderno ser um tremendo laboratório, frequentemente seus membros carecem absolutamente de uma preparação para a função dessa sociedade. Quanta agonia, ressentimentos e fracassos poderiam ter sido evitados se pelo menos tivesse tido lugar um aprendizado rudimentar antes de se ingressar nessa sociedade...”

Penso que essa declaração tem o mesmo valor para todos os relacionamentos humanos. Nossas cidades (assim como outras em todo o mundo) lotadas com suas populações e seus grandes edifícios de departamentos e seus sistemas de compras por telefone, se converteram em criadouros de solidão. Caramba! Parece que os grandes avanços tecnológicos, de onde praticamente tudo podemos fazer “desde a comodidade de nosso lar” ou pior ainda, desde nosso computador, têm nos levado secretamente a um sentimento de solidão e abandono. Por favor, não pense que essa reflexão é contra a evolução da tecnologia, não, em absoluto, é simplesmente uma advertência diante da possível perda secundária que pode implicar.

Uma estreita amizade

Dividir com vocês certas reflexões acerca da amizade, acredite, é algo que tem me motivado desde a primeira vez em que tive a oportunidade de ser conferencista e escritor. Permita-me fazer um breve, porém substancioso estudo da amizade como modelo de relações humanas, já que de algum modo é geralmente a via de entrada para as subsequentes relações mais profundas e complexas, como o namoro, casamento, união estável, certas equipes de trabalho, etc.

Os estudos, tanto formais quanto informais, aos quais tenho tido acesso acerca das relações humanas durante os últimos anos de minha vida, simplesmente serviram para reforçar minha crença na complexidade, no teatro, no mistério e na magia da conduta humana. Somos tão estranhos em certas ocasiões; seguimos sendo um grande enigma imprevisível, tão vulnerável, tão extraordinário e único. Porém, vários estudos têm em comum certos aspectos, dos quais se poderia garantir que a segurança, a alegria e o êxito na vida, estão diretamente relacionados com nossa habilidade de nos relacionarmos uns com os outros, com certo grau de compromisso, profundidade e amor. Do mesmo modo, a grande maioria de nós tem aprendido por experiência própria, que a nossa incapacidade para viver em harmonia com as demais pessoas é a responsável por muitos de nossos maiores temores, ansiedades e sentimentos de solidão, inclusive, de severas enfermidades mentais.  E, no entanto, depois de tantas experiências dolorosas, acho que são muito poucos os que procuram deliberadamente informações que possam esclarecer e melhorar a nossa situação. Inclusive, permita-me confessar que aqueles de nós que estão ávidos por união e amizade, por uma maior compreensão em nossas relações humanas, descobrem durante essa busca, que são muito poucos os lugares onde se pode ir em busca dessa tão valiosa informação.

Eu me lembro de uma história divertida na qual um jovem se dirigia a uma livraria, para encontrar certa informação que o ajudaria a melhorar seus relacionamentos interpessoais. Depois de vários minutos de busca, finalmente encontrou um livro chamado “Como Demonstrar Nossos Sentimentos Apropriadamente”. Imediatamente se dirigiu ao caixa e o comprou. Porém, ao chegar a sua casa, ao rever o livro cuidadosamente, percebeu que havia adquirido o nono volume de uma “enciclopédia”! Consegue imaginar? Vamos, não quero desiludi-lo de sua intenção de melhorar na arte de ser uma pessoa, mas é minha obrigação informá-lo que há muito por aprender ainda, e, que bom! Pois isso nos convida a despertarmos diariamente com a intenção de melhorarmos nossa comunicação com os outros e com nós mesmos.

Em minhas consultas privadas me é permitido realizar certas pesquisas informais com o único objetivo de incrementar um pouco mais minhas informações sobre o que as pessoas realmente desejam, com maior ímpeto, em suas relações humanas (sejam de companheiros, de amizade, de trabalho, etc.), e para isso apenas peço que mencionem as três qualidades de uma relação, que sejam importantes para elas, as mesmas que se possam incrementar mediante a força do amor. As respostas que as centenas de milhares de pessoas compartilharam comigo foram de todos os tipos, porém enumerei as que mais frequentemente escutei como qualidades essenciais em seus relacionamentos (e nessa ordem):

Comunicação
Afeto
Perdão
Honestidade
Aceitação
Romance (incluindo sexo)
Paciência
Senso de humor
Liberdade

O que mais me chamou a atenção é que muitas pessoas sublinharam a sua grande necessidade de se comunicar honestamente e sinceramente com seu parceiro. Foi muito interessante que o fator que mais frequentemente encontrei foi a necessidade de se comunicar e se perdoar. Muitos de meus pacientes (e amigos inclusive) definiram a comunicação como o desejo de serem francos, de dividir, de falar e escutar ativamente um ao outro. Essa necessidade de saber que se pertence a alguém e viver essas qualidades em comum união era a ideia que mais seduzia meus pacientes.

“A ternura emerge do fato de que duas pessoas, que como todos os indivíduos, desejam superar a separação e o isolamento que herdamos por sermos indivíduos, e participar de uma relação que, para o momento, não é de duas personalidades isoladas, mas sim, uma união.”
                                                                              Rollo May

Temos visto recentemente como se tem incrementado em nosso país de maneira muito importante e cada vez maior, os anúncios nos jornais que oferecem o serviço de “escutador” dos problemas dos outros, anúncios de números de telefone onde qualquer um pode encontrar companhia nos momentos de solidão, e claro, encontrei anúncios onde esse amigo somente será seu, certamente se puder continuar a pagar pelo serviço. E também tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas em cuja casa, departamento ou escritório, jamais se apaga o rádio ou a televisão. “É uma companhia”. Claramente me deram esse argumento diante da minha pergunta de por que mantêm um rádio ou televisão ligados por tanto tempo.

São tantas as consultas que dou nas quais me falam da dor, do isolamento e da solidão, da melancolia e depressão, do vazio de uma vida na qual não há mais nada, que me convido a dividir esse tema, onde a pergunta em comum é: “Como posso estabelecer relacionamentos e mantê-los vivos, com amor, e por muito tempo”?

Pois bem, a resposta a essa pergunta é um dos principais objetivos de todo esse trabalho, e de todos os que o seguirão dentro da coleção NOVA CONSCIÊNCIA. Eu estaria mentindo se dissesse que apenas lendo este capítulo e aplicando o que se diz nele, alcançaria o êxito. Nada poderia estar mais longe da verdade. O que tens em suas mãos nesse exato momento, inclusive enquanto está lendo agora mesmo, não é senão um ligeiro traço do apaixonante mundo das relações humanas, e longe de ser uma fórmula perfeita, é apenas fruto de meu mais autêntico interesse em compartilhar com você uma pequena ajuda, com a esperança de que lhe seja útil, como tem sido a mim e a muitas pessoas que têm ingressado no mundo de uma NOVA CONSCIÊNCIA.

A evolução de nossa sociedade tem nos levado a grandes avanços e importantes trocas. No entanto, devemos estar conscientes da forma em que, vários deles têm nos deixado afastados do ser humano, sem que percebamos disso facilmente. Por exemplo, nas compras cotidianas de antigamente (pelo menos isso me contava minha avó, e meus pais, de quando viveram sua infância), se oferecia às pessoas a oportunidade de relacionar-se. Não havia os enormes e eficientes supermercados de hoje em dia, onde se podem fazer todas as compras de uma só vez. A mim mesmo me tocou a experiência de viver a evolução de um restaurante de hambúrgueres, onde por muitos anos, devia se relacionar pelo menos com o atendente. Comparando-se com os restaurantes de hoje em dia, nos quais não é necessário nem sequer falar com o atendente, bastando apenas tocar na tela de um computador ao final de uma fila. Nenhum contato humano é necessário. 

Tudo isso tem nos levado a um sentimento coletivo de isolamento, porém, nem tudo está perdido na evolução. Simplesmente temos que aprender a redirecionar nossa comunicação para a época em que vivemos. Devemos reaprender a gerar a ligação sociológica mais antiga da humanidade: a Amizade.

Comunicação:
Peça chave da relação

Dentro das grandes ironias que percebo em nossa vida atual é que nós, o gênero humano, temos desenvolvido sistemas de comunicação que permitem que, desde a Terra, o homem fale com outro homem na Lua. Temos desenvolvido sistemas de comunicação assombrosamente eficientes como os de telefonia celular digital, os rádio localizadores via satélite, a navegação pelo ciberespaço da Internet, as vídeo conferências, a comunicação sem fronteiras, etc. Porém, ao mesmo tempo, uma mãe não pode falar com sua filha; um pai com seu filho, a classe operária com a gerência, ou...você, com seu companheiro(a).

Em uma amizade, como em qualquer relação humana, a comunicação é a arte de falarmos uns com os outros, dizer o que sentimos e a que nos propomos, de nos expressarmos com claridade, escutando o que a outra pessoa nos disse, e termos certeza que ouvimos atentamente, para alcançarmos a capacidade de manter uma relação de amor. Deste modo, posso dizer que o primeiro desafio que encontramos em nossas relações humanas é o fato de entrarmos em contato com nossos próprios sentimentos e comunicarmos à pessoa que nos interessa. A tradução da frase anterior é: “Você sempre se queixa de que eu não sei mostrar minhas emoções, então eu fiz essas declarações”.

Realmente isso parece acontecer com a maioria dos casais que eu pude atender, e também com o que eu mesmo pude experimentar, ocasionalmente. Por acaso você passou por algo similar em alguma ocasião? Experimentou a necessidade de comunicar um sentimento e não sabia como fazer? Se sua resposta é afirmativa (como é a da imensa maioria das pessoas), saiba que essa é uma das principais dificuldades que afrontam os seres humanos, em nosso poder de comunicação.  Várias vezes sabemos perfeitamente bem que sentimos algo, mas não podemos nos expressar facilmente. Eu gostaria de lhe dar um pequeno, mas poderosíssimo conselho: “Quanto mais palavras conhecer, mais possibilidade terá de expressar suas emoções e sentimentos”.

Acredite. Veja você. Lembra-se o que comentamos no capítulo anterior, onde se deixava claro que nossa vontade só pode escolher as opções que nossa inteligência apresenta? Pois me refiro ao mesmo nesse aspecto de linguagem. Se você apenas sabe certas palavras que indiquem nossas emoções, por exemplo: alegria, tristeza, ansiedade, euforia, angústia, etc., serão apenas essas (as que você conhece) as palavra que seu cérebro utilizará para todas as emoções que perceba. De tal maneira que quando experimenta uma emoção nova em sua vida, se não conhece as palavras, simplesmente dirá: “... não sei o que estou sentindo, mas sinto que é bonito...", em uma mostra de seu vocabulário. Por favor, acredite, isso é mais importante do que lhe parecem essas simples linhas que lê. O poder das palavras é enorme. Tudo o que podemos expressar mediante o dom e o poder das palavras, sem dúvida afetará a que dissermos (incluindo o que você diz a si mesmo).

Esse poder de influência através da palavra é o que usamos todos nós, seres humanos, cada vez que nos comunicamos com alguém. Aqui é onde mais se destaca o desafio de viver na virtude, precisamente a primeira virtude da Prudência; essa atitude constante da inteligência, quando e como devemos atuar, quando e como devemos dizer. É precisamente aí onde diariamente temos a oportunidade de melhorar, de comunicarmos.  Por favor: não tenha medo de mostrar seus sentimentos!

Sei que na imensa maioria dos casos você disse: “...não vai ser bom, eu vi a expressão no rosto e não deixarei novamente...” Disse algo parecido alguma vez, ou talvez piorou dizendo “não vou mais namorar”? “Várias pessoas me disseram (e me disseram com muita certeza nas palavras):”... Doutor, quero que saiba que eu não quero amar, amar dói...” Falso!!! Não é verdade que amar dói. O que pode chegar a doer é quando já não ama, depois de ter amado. Isso sim. Porque quando se ama, nesse momento, nesse preciso período de nossa vida, não dói nada, ao contrário, tudo é felicidade, paixão e alegria.

As pessoas não têm medo de amar, têm medo de sofrer uma decepção depois de amar. Porém, pense, se você se propôs a não amar para não sofrer, então no momento em que diz isso pode estar sofrendo porque não ama! Que ironia, não? Creio que vale a pena “dar uma oportunidade a si mesmo” para tentar novamente. O problema no qual caem muitas pessoas é que julgamos uma futura relação com base em nossas experiências, com base em nossas relações passadas, e acreditamos que tudo será igual. Caramba! Isso significa fechar todas as possibilidades.

Abra seu coração, diga o que sente a quem mais quer, antes que seja demasiado tarde. Estou plenamente convencido de que esse processo de aprendermos a nos comunicar pode ser aplicado com relativa facilidade, apenas depende de um grande fator: sua decisão de aprender e agir. 
“Qualquer coisa que se aprende, pode se desaprender e novamente aprender. Nesse processo chamado troca é onde se reside nossa esperança”.
Alejandro Ariza


Como poderíamos definir um relacionamento?

Existem várias possibilidades para definir esse conceito que nos ocupa. Porém, gostaria de compartilhar com vocês umas definições que têm me ajudado muito a entender o ser humano nesse aspecto de sua vida:

. Um relacionamento é uma sociedade escolhida. É amar alguém, quando inclusive as imperfeições são uma possibilidade, e, portanto, algo belo; é quando o descobrimento, o esforço e a aceitação são a base de um constante crescimento e surpresa.

. Um relacionamento é aquilo em que os indivíduos confiam tanto (mas tanto!) um no outro, que ficam vulneráveis, mas seguros de que a outra pessoa não se aproveitará dele. É algo que implica muita comunicação.

. Uma relação baseada na amizade é aquela na qual um pode se mostrar franco e honesto com a outra pessoa sem o medo de ser julgado. É “se sentir seguro” sabendo que ambos são melhores amigos e que não importa o que aconteça, sempre estarão um ao lado do outro.

. Uma relação de amor é aquela na qual há uma mútua preocupação pelo crescimento e progresso do outro; onde as atitudes possessivas cedem conforme a entrega de um para o outro; onde o egoísmo cede lugar para o dar desprendidamente,  participação e solicitações, onde as linhas de comunicação estão abertas e é dada maior importância para o bem da outra pessoa.

Isso representa para mim e para vários autores o fato de estabelecer uma relação positiva, uma relação sustentada no amor. Se alguns desses conceitos o fizeram vibrar agora mesmo, enquanto tem esse curso nas mãos, eu fico muito feliz! Você é uma pessoa a mais interessada em viver sua vida com mais momentos de felicidade e plenitude.

Confesso minha grande emoção ao descobrir que agora mesmo você e eu estamos entrando em uma relação, percebe? Que maravilhoso! Por favor, não pense que você está “simplesmente” lendo, não, não, não. Todas as letras que se uniram em palavras ao longo desse curso, alguém precisou escrevê-las; é onde se apresentou minha parte nessa relação. Desculpe-me se essa reflexão o ofendeu, por ser um clichê, “se você lê, alguém escreveu (eu)”, mas acredite que é algo que vai muito além do evidente, esse relacionamento que me foi permitido estabelecer com você desde o primeiro momento que começou esse curso, é uma mágica aventura para ambos. Por um motivo superior temos nos encontrado através da palavra escrita. Você decidiu ler e eu decidi escrever.

Você e eu temos vivido a mágica relação baseada no amor onde se oferece conselho diante da silenciosa presença de outra pessoa, e que através dos silêncios e linguagem corporal, sabem que dividem um sentimento mútuo de confiança, honestidade, admiração, devoção e essa emoção tão especial de felicidade pelo simples fato de estarmos juntos.

O que você diz quando se comunica?

Todos temos uma linguagem, em maior ou menor grau. Existem muitas teorias que nos explicam como nos comunicamos e como aprendemos a fazê-lo. Porém, seguem avançando os estudos acerca da comunicação hoje em dia. Por quê? Por acaso já não conhecemos todas as letras do abecedário? Por acaso já não passamos dos dois anos de idade e já não aprendemos a falar? Muito possivelmente já aprendeu a falar, mas agora tem que aprender a se comunicar, algo muito diferente.

Você e eu fomos crianças. Hoje sabemos perfeitamente bem que as crianças estão surpreendentemente harmonizadas com os sons da linguagem e que “aprendem o que veem e escutam”. De todas as palavras com que elas se encontram em seus primeiros anos, não parece impressionante que um bebê pode estabelecer a diferença entre “leite”, “mamãe” e “papai”? As palavras que escutam são as que aprendem. Do mesmo modo, as palavras que eu e você escutamos foram as que aprendemos. Essas palavras são apenas instrumentos com os quais organizamos nossa vida e o meio ambiente, assim como a maneira com a qual interagimos com ele. Quando uma criança na pré-escola grita: “você está me deixando louco!” Onde foi que aprendeu isso? Com absoluta certeza garanto que não foi de forma instintiva.

De tal forma que, ou escutamos a linguagem de amor em nosso meio ambiente ou, bem, não a escutamos. Aprendemos os símbolos necessários para nos relacionarmos mutuamente ou, bem, não aprendemos.

Se com isso você crê que nosso destino já está marcado por nossa infância, posso lhe assegurar que está cometendo um grande erro. Grande erro se não decidir aprender novos conceitos, novas palavras, novas perspectivas; em geral, se não se decidir gerar em você mesmo uma NOVA CONSCIÊNCIA. A decisão está em você, e também estão em você os resultados de sua qualidade de vida.

Vale a pena aprender a dizer “te amo”, “preciso de você”, “você é muito importante para mim”. Se você é uma dessas pessoas para as quais dá muito trabalho “dizer” o que sente, ou se é das que é quase impossível que diga “te amo”, valeria a pena refletir em que meio ambiente você se desenvolveu, a família em que nasceu e as palavras que se costumava usar ali. Se depois desse breve estudo decidir que necessita “aprender novas palavras”, novos conceitos para assim poder comunicá-los, eu o felicito e o convido para que juntos sigamos aprendendo...

JCF
Tradução: Adri Silveira


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