sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Curso de Autoestima - 001_O Poder de Sua Escolha


Curso Autoestima

001_O Poder de Sua Escolha


“O homem não é a criatura das circunstâncias, mas sim, as circunstâncias são as criaturas do homem”

Benjamín Disraeli


No verão passado, eu saí de uma prática de desenvolvimento humano e me lembro perfeitamente quando uma pessoa me cercou e fez uma pergunta muito interessante: “Depois de tudo o que acabo de escutar, me surgiu uma dúvida, o que é o mais humano do humano? ” E nesse instante eu pensei: “bem, o que foi que eu disse para que surgisse essa curiosa pergunta? ” E naquele momento eu fiquei calado com cara de quem estava pensando, realmente pensando, porque não tinha ideia do que responder a essa pessoa. A primeira coisa que me veio à mente foi: “Sim, claro, eu vejo. Essa é uma pergunta muito inteligente e eu gostaria de respondê-la em melhor ocasião, que tal descansarmos um momento e com prazer eu o procuro mais tarde e conversaremos”. 

Assim, por sorte, entre tanta gente, os barulhos, os brindes de encerramento, etc., tudo voltou à normalidade. Porém, ao chegar à solidão reflexiva de minha casa, a pergunta não deixava de me rodear, “o que é o mais humano do humano? ” Por acaso realmente existe algo tão característico que defina tão somente a nossa espécie? Eu não tinha tanta certeza, mas confesso que certos estudos a que tive acesso apontavam para a resposta a essa pergunta. 

Permita-me dizer algo: veja, é muito curioso quando nasce um animal de espécie inferior à nossa, ele sempre será isso que nasceu, por exemplo, quando um periquito nasce, vive como periquito e irremediavelmente morrerá como periquito.  Um cachorro nasce cachorro, vive como cachorro e também irremediavelmente morrerá como cachorro. A mesma coisa acontece com o golfinho, um carrapato ou um avestruz. Então, a enorme diferença consiste em que o ser humano nasce e logo “escolhe” o que quer ser, inclusive pode escolher ser mais humano ou não ser. Esta reflexão é muito confrontante, muito comprometedora.

Quando nasce, todavia, você depende de sua mãe por um tempo, aliás o ser humano é o animal que nasce mais indefeso, se comparado a uma grande gama de animais de espécie inferior a ele. A mãe tem que lhe proporcionar espaço, tempo e alimento. Mas conforme ele vai crescendo e desenvolvendo-se, começa a viver a emocionante aventura de escolher. Este enorme poder vai se incrementando com o transcorrer dos anos, por exemplo, duvido muito que você tenha escolhido qual Jardim de Infância frequentou, revisado os planos de estudo, entrevistado diferentes mestres dessa instituição para valorizar seu ensino acadêmico, etc., não é verdade? Creio que a você tenha sido igual a mim, nos mandaram e nem nos perguntaram. Mas com o passar dos anos você já podia escolher qual Universidade cursar, a carreira que quisesse seguir, inclusive, podia escolher estudar ou não. Pelo menos, espero que a essa altura da vida já permitam que você escolha.

Desta forma é que se vai amadurecendo, todos nós necessitamos um dia nos confrontarmos com o momento da escolha, inclusive enfrentar esse momento quando somos os únicos no processo de escolher, e não há nada nem ninguém a quem consultar. Se você tem levado uma vida de responsabilidades, é possível que haja experimentado momentos como esse. Durante toda vida nos encontramos escolhendo, escolhemos a que horas vamos nos levantar, quando tomamos banho, que sabonete usamos para nos limpar, a roupa que colocamos, o alimento que ingerimos, o automóvel que nos transporta, etc., a lista seria interminável. No entanto, quando realizamos tantas ações em nossa vida, repetindo dia a dia, elas se convertem em hábitos, e então é quando se fazem inconscientes, e por isso muitas vezes já não nos damos conta do processo de escolha, mas isso não implica que nossa escolha seja falsa ou inadequada, não, pelo contrário, simplesmente caímos presos ao costume.

Lembra-se da última viagem que fez?  Se pode lembrar é possível que se espante com a quantidade de processos de escolha que fez para dar um pequeno passeio. Você escolheu o lugar a visitar, o caminho mais adequado para chegar, o hotel ou a casa ao qual chegou, escolheu a hora de sair (se bem que muitas vezes não coincidia com a verdadeira saída), etc.

Essa enorme capacidade de escolha é a maneira como se manifesta uma das faculdades espirituais do ser humano, “O Desejo”. Através dessa faculdade é que escolhemos, e o processo que leva a cabo nosso desejo é verdadeiramente interessante. Quando se é confrontado por determinadas circunstâncias e precisa escolher, é quando entra em ação nosso desejo, manifestando-se no fato mesmo de escolher. Porém, caberia fazer outra pergunta: De onde vem nosso desejo? Quais são as opções que temos? Precisamente, as opções nos apresentam uma outra faculdade espiritual do ser humano, “A Inteligência”.

A inteligência se encarrega fundamentalmente do conhecer, do conhecimento. É a matéria prima da inteligência e por isso, “o saber” é uma das suas principais manifestações. De tal modo que, quando escolhemos, nosso desejo sempre consulta as opções que nossa inteligência apresenta.

Vejamos um exemplo. Se você quiser ir hoje à noite a uma grande festa porque recebeu o convite para ir, sem dúvida iria (e mais provavelmente se a entrada é livre). Imagine que você está dirigindo e ao chegar na esquina de uma avenida principal, observa que mais adiante há um acidente, e supõe que demoraria muito tempo cruzar as 7 quadras que faltam para chegar ao seu destino. Nesse momento, é possível que duvide acerca de qual seria a melhor opção, sobretudo se tem um pouco de pressa em chegar. “Sigo em frente já que logo o transito será liberado? Ou melhor entrar à esquerda e ir por ruas alternativas? ”

Essa parece ser uma pergunta fácil de responder, mas, e quando você não conhece a região, e já é muito tarde da noite? Verdade que agora já não é tão simples? Pois bem, nesse momento o desejo se aproxima da inteligência e lhe pede as sugestões para poupar tempo, encontrando a via mais curta e o melhor atalho. Se você “conhece” a região, sua inteligência poderia mostrar a seu desejo um verdadeiro mapa geográfico e com isso, a escolha se faria a mais adequada. Mas imagine que seu desejo se aproxima de sua inteligência e lhe diz: “Inteligência, olá, eu tenho uma notícia para você, estamos perdidos em meio a não sei onde!  Por favor me mostre as opções mais viáveis para sair daqui, esses caminhos estão me deixando com nervoso! Apresse-se! ” E a inteligência responde: “Não há nenhuma, lembre-se que hoje é a primeira vez que saímos à rua, boa sorte! ” Creio que embora pareça um conto infantil, é muito provável que essa tenha sido a conversa entre sua inteligência e seu desejo, na primeira vez que saiu dirigindo sozinho um automóvel, naqueles aos de adolescência. Você se lembra? Mas com o passar dos anos, verdadeiramente é mais difícil se perder porque você tem cada vez mais conhecimento.

O exemplo que acabamos de imaginar opera para qualquer de nossas escolhas, sempre há a necessidade de consultarmos a inteligência. Daí o fato importante que tem o “conhecer”, o saber. Se fizermos uma pequena reflexão, veremos que o ser humano se encontra aprendendo continuamente através das informações que obtém dos seus cinco sentidos, em tudo o que observa, no que escuta, toca, ouve ou saboreia. Tudo é informação que chega à inteligência a cada momento. Assim, vai se formando um verdadeiro banco de dados com dimensões inenarráveis. Eu acho que chegou à conclusão de que quanto mais você sabe, mais opções você pode escolher. Você está em direito.

“O Ser Humano não é apenas um ser material, com uma experiência espiritual, mas sim, é um Ser Espiritual, com um componente físico”

Wayne Dyer


Os antigos filósofos gregos definiam o Ser Humano como um animal racional, e desta forma verdadeiramente diziam muito porque, a seu modo, definiam racional como o conjunto de três faculdades: inteligência, desejo e liberdade. Porém, foi há muitos anos que li a mais bela definição do que poderia ser o Ser Humano, e isso aconteceu quando chegou às minhas mãos um livro de um dos autores que mais admiro e de quem eu aprendi muito, o Dr. Wayne Dyer.

Foi então quando pude conceitualizar melhor o que é ser um humano. É uma definição muito concreta, mas não deixando de ser extraordinária, sobre o Ser Humano, com a qual estou profundamente de acordo. O Ser Humano é fundamentalmente um Ser Espiritual com uma dimensão física, o que é muito diferente da perspectiva de que o humano é um ser físico com uma dimensão espiritual. Ainda que pareça um simples jogo de semântica, a diferença entre ambas as perspectivas é abismal. Esta dualidade corpo-espírito tem sido tema de discussão entre grandes filósofos desde a antiguidade e inclusive até nossos dias atuais. Porém, que fique claro que ambas entidades, espírito e matéria, formam a unidade chamada “Homem”. Não creio que seja necessário discutir qual ocupa mais espaço, qual é mais importante, ou se estamos de acordo ou não. A única coisa que quero compartilhar é que nosso espírito, o seu e o meu, possuem essas duas faculdades das quais falamos a princípio, Inteligência e Desejo.

Portanto, quando exercemos nossa mais pura essência, o espiritual, é quando somos mais humanos; quando aprendemos, quando conhecemos, quando escolhemos e decidimos, é quando somos mais plenamente humanos. Estou convencido disso, e é algo que verdadeiramente me emociona, e espero que você perceba assim também. A profunda mágica que existe quando temos a capacidade de escolher, nos posiciona em uma grande vantagem competitiva em relação a todas as demais espécies, inclusive dentro da nossa, não é verdade?

Como verá, foi então que pude responder àquela pergunta que uma pessoa me fez após a conferência, “O que é o mais humano do humano? ” E eu poderia ter dito: “Seu espírito”, com o qual não creio que ele teria ficado muito satisfeito. Ou talvez poderia ter respondido: “Seu conhecimento”, com o qual, eu creio que tampouco ele teria gostado. Mas cheguei à conclusão que a resposta mais viável seria: “Meu estimado e elegante amigo, eu me atreveria a comentar que o mais humano do humano é seu enorme poder de escolha”. Caramba! Quantas coisas se diz com essa frase! Mas de todas as maneiras eu imagino que o poder de escolher é uma resposta adequada.

Inclusive, nesse mesmo instante, enquanto lê esse material, você “escolheu” fazê-lo, está exercendo faculdades plenamente humanas, está aprendendo, e decidindo, e eu lhe felicito por isso! Esse é o poder de sua escolha, e creia que o exerce a todo momento, embora na maior parte do tempo o faça inconscientemente. O desafio: torná-lo consciente.

Sua visão pessoal

Definitivamente aprendemos algo muito valioso; o poder que você leva dentro de si. A fim de que, enquanto se forja nossa personalidade, baseada em muitos e variados fatores, o único que é determinante é você mesmo. Veja, nossa personalidade, nossa visão pessoal, é influenciada por vários aspectos, tais como o momento histórico no qual nascemos nesse mundo, o perfil socioeconômico da família na qual surgimos, os hábitos de nossos pais, os costumes sociais de nossa época, nossos mestres e amigos, etc., porém, o único fator que determina nossa personalidade, nosso ser, é nossa própria autodeterminação.


“Absolutamente nada nem ninguém tem importância, apenas aquela que você mesmo escolheu dar”

                                                               Alejandro Ariza Z.


Faz muito tempo que ouvi uma história que provavelmente nos sirva nesse momento. Se tratava de um sujeito de 55 anos de idade, delinquente, alcoólatra, e estava na prisão cumprindo uma pena de vários anos por haver assassinado o balconista de uma loja de bebidas durante um assalto. Esse homem teve dois filhos, um deles se tornou uma cópia quase fiel de seu pai: assaltante, alcoólatra, viciado em drogas, e mantinha seus vícios roubando peças de carros e vendendo nos bairros mais baixos da cidade. No entanto, o outro filho se tornou dono de seu próprio negócio, levando uma vida muito saudável, era casado, tinha três belas filhas, inclusive estava próximo de abrir uma nova filial de sua microempresa.

O mais interessante é que a ambos os filhos se fez a mesma pergunta: Por que haviam escolhido esse tipo de vida? Os dois responderam de maneira independente, sem que um soubesse a resposta do outro. Porém, o maior impacto foi quando ambos deram a mesma resposta: Que outra coisa poderia ter feito depois de ter tido o pai que eu tive?

Isso é a própria autodeterminação, quando o ser humano está “por cima” das circunstâncias e não “é vítima” das circunstâncias. O ser humano que vive dependendo das circunstâncias é o que se conhece como “Personalidade Reativa”, é o ser humano que é definido por seu ambiente, é definido pelo clima, é definido pela economia de seu país, é definido pela sua família, sua esposa, é definido por um sem número de fatores “externos” a ele. Obviamente, todo seu comportamento começa com base em seus pais, em Deus, na sorte, em seu horóscopo, etc.

No entanto, esse ser humano se move a níveis dramaticamente inferiores àqueles que lhe são conferidos. Quer dizer, sendo a máxima obra da criação, simplesmente opera “reagindo”, ao mesmo nível da mais elementar formulação. Existe uma lei da física que diz: “A toda ação lhe corresponde uma reação de igual força, mas em sentido contrário”, e é precisamente assim que agem essas pessoas: ação-reação, e nunca se detêm a pensar e escolher! Um ser humano “plenamente humano” não deve agir assim.

Como vimos anteriormente, o homem tem a enorme capacidade de escolher, e é exatamente entre a ação e a resposta que se apresenta essa capacidade. Essa outra tipologia é a “Personalidade Proativa”: aqueles que são donos das circunstâncias.

Existem muitos diferentes fatores que influenciam seu comportamento, mas somente um o determina, o mesmo, diante de sua grande capacidade de escolha. São pessoas que percebem as ações, mas antes de responder, “pensam” como e quando responder. Embora não seja uma tarefa fácil, é algo que nos faz mais humanos. Henry Ford disse em certa ocasião “Pensar é a tarefa mais difícil que existe, por isso, provavelmente, são tão poucos os que se dedicam a ela”. Parafraseando Henry Ford, me atreveria a dizer que essa é a razão porque existem tão poucos proativos e tantos reativos. Essa é a enorme diferença. Uma diferença que pode marcar a distinção entre uma pessoa saudável e uma doente, entre uma pessoa que se realiza dia a dia e uma frustrada.

“Poderás permanecer impassível diante de um rio caudaloso, mas não no mundo dos homens”

Provérbio Japonês


A mesma dinâmica que viemos comentando opera no emocionante mundo das relações humanas. Quem nunca teve problemas com alguém? Provavelmente nunca aconteceu a Robinson Crusoé, enquanto ele estava sozinho, porém, duvido que tenha ficado tão imparcial quando chegou Vernes, seu acompanhante. Pois o mesmo desafio nos afronta, todas as pessoas são obrigadas a conviver (e até o momento, essa é a dinâmica da maioria). Todos temos que conviver de uma ou outra forma, com a família, com os companheiros de escola, de trabalho, etc. Daí que seja uma verdadeira arte o fato de conviver. Uma ocasião eu ouvi de um amigo que havia se casado recentemente, o qual fui visitar, e me lembro quando ele dizia: -“Estou tão apaixonado! Minha maior alegria é quando faço minha esposa feliz, sinto que esta é a minha responsabilidade, minha nova vida”. Eu refleti e lhe disse: -“Que bom! Eu estou feliz, porém tenha a prudência ao medir os limites da sua responsabilidade”. -“O que quer dizer com isso? ” Ele exclamou. –“Pois bem -eu disse-, eu me refiro a que cada ser humano é o único responsável por suas próprias emoções. Ao contrário, se você se responsabiliza pela felicidade de sua parceira, ela estará destinada a viver uma desgraça por toda sua vida; suas emoções dependeriam exclusivamente de você e isso não pode der verdade. A autêntica felicidade é decisão da própria pessoa. Contudo, se por amor, você favorece sua própria escolha, ótimo! Que extraordinário crescimento está ajudando sua esposa a alcançar.

Todos nós já experimentamos alegria ou tristeza baseados no comportamento de outra pessoa, e nesse mesmo instante nos convertemos em “vítimas” dessa circunstância. Em minha própria visão pessoal e na de muitos amigos, tenho visto esse erro ser cometido uma e outra vez. O resultado: frustração, ansiedade, depressão. Esse erro nas dinâmicas interpessoais se deve primordialmente ao tipo de “amor possessivo”, que domina muitas pessoas em seus relacionamentos. Porém, uma vez reconhecida essa dinâmica (como veremos no capítulo 3 deste material), se torna mais fácil e duradoura a convivência entre os seres humanos. Em várias ocasiões já deve ter ouvido frases como: “Cale-se, porque você está me fazendo mal! ” Ou, “Você está me deixando doente! ”. Pois bem, lamento desiludi-lo, mas quem está lhe fazendo mal, ou quem está lhe fazendo ficar doente é apenas você. Muitas vezes nem sequer a outra pessoa, “seu agressor” (segundo você), está sabendo do mal que está causando; imagine, que ironia! A Senhora Emma Godoy disse em uma entrevista que ela fez no rádio, que a inveja e o ciúme eram duas emoções profundamente absurdas e desgastantes, já que a pessoa pela qual sentíamos inveja ou ciúme, muitas vezes não sabia nossas reações. Ela disse em tom de brincadeira: ”...pelo menos se nosso ciúme ou inveja causassem dores terríveis na outra pessoa, ou lhe surgissem distúrbios intestinais, seria discutível o benefício de experimentarmos essas emoções, no entanto, não acontece nada a nosso agressor, e tão somente causamos danos a nós mesmos, não ganhamos nada, é uma bobagem fazer isso...” e com muita razão. 

Sei que enquanto você está lendo esses conceitos, muito provavelmente está de acordo e inclusive, deve estar acenando com sua cabeça; mas, e na hora da verdade? Você é realmente proativo? Sinceramente pensa e escolhe antes de agir? Não precisa responder, não tenho a intenção de torturá-lo, simplesmente faço essa reflexão porque primeiro, antes de mais nada, precisamos conhecer mais a nós mesmos para que, logo e mais corretamente, naveguemos pelo emocionante mundo dos relacionamentos humanos como verdadeiros artistas nessa área. Tudo começa com a própria perspectiva que temos de nós mesmos. Se nos interessa viver uma vida plenamente prazerosa em todos os diferentes papéis que exercemos diariamente, eu recomendo fazer um percurso por sua própria personalidade. Pode imaginar? Percorrer sua própria personalidade e conhecer-se um pouco mais! Conheça o Poder de sua própria Identidade!!!

Veja você, esse material que estamos compartilhando é como uma escada até uma Nova Consciência, e poderia garantir que o primeiro degrau se chama Autoestima.

Existe um princípio filosófico fundamental que diz assim: “Ninguém pode dar o que não tem”. Se eu lhe pedisse dez dólares emprestados (e supondo que você esteja de boa vontade), você me emprestaria. Mas, o que aconteceria se você não tivesse? Não poderia me emprestar, é claro. Acaso eu teria razões para pensar que você é avarento, ou egoísta? Imagine que eu responda: “Ah sim...é assim que ficamos...pois então feche o arquivo neste momento e pode parar de ler”. Absurdo, não é verdade? Se você não tem os dez dólares, mesmo que tenha a maior vontade de me emprestar, será impossível fazê-lo. Pois bem, se alguém pedir sua confiança, seu carinho, seu respeito, e você não tem! Seria impossível dar a eles.

Eu os convido cordialmente a dar um passeio pelas distintas dinâmicas da autoestima, investiguemos quais são os pilares que mantém a nossa, e como incrementá-la. Aprenda com os casos práticos através dos quais dignifique mais sua personalidade, e se identifique como alguém que realmente merece ser mais do que até hoje tem sido. Interessa a você? Pois bem, adiante, continue com sua leitura e ascenda ao primeiro degrau do êxito, utilize o poder de sua identidade.

JCF
Tradução: Adri Silveira



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